Minha paixão por literatura e por artigos que me façam recordar de algum trecho ou da sensação indescritível de ser envolvida pelas palavras não é nada secreta. Pensando nisso resolvi que estava na hora de compartilhar com vocês um pouco da literatura fora dos livros, afinal, eu sei quem alguns por aqui não são tão apaixonados pela leitura como eu.

Ok, você não gosta de ler, acha que não tem necessidade já que adaptaram a história pro cinema? Não tem problema nenhum nisso, eu mesma prefiro alguns filmes aos livros, mas sei que muitos por aqui gostam de algumas frases que proporcionem reflexões, de trechos bonitinhos, etc. Então que tal ter isso em artigos que você pode usar?

Camisetas


Uma peça que eu acredito que todos usam e que ganhou um estilo especial com trechos e imagens que remetem a algum livro, poema, autor, etc. Sou suspeita para falar, mas estou apaixonada pela bata do Pequeno Príncipe, não vejo a hora de desfilar pelas ruas com meu "príncipe".

Canecas


Eu sou a louca das canecas e isso que eu nem tomo café, mas gosto de ter canecas diferentes onde costumo colocar minhas canetas (tenho várias), marcadores de páginas ou até para presentear.
E vamos combinar, né? Uma caneca personalizada tem seu charme e quando ela vem estampada com uma frase incrível, então? Se alguém quiser me dar essa da Frida pode se sentir a vontade, eu aceito!


Cadernetas



Se alguém abrir as minhas gavetas do escritório vai encontrar vários bloquinhos, post-its e cadernetas. Amo, não nego e mantenho o vício enquanto puder.

Estas são voltadas para o meio literário e eu já estou de olho na caderneta da Capitu, aaai os olhos de oblíquos e dissimulados de Capitu!




Por onde eu for quero levar um pouco de literatura comigo, um pouco de mensagens boas, um pouco de bons sentimentos... 

Estes e muitos outros artigos para os amantes das palavras ou para os que não são tão apaixonados, mas que gostam de algo com significado, eu encontrei na loja Poeme-se!

Visite a loja e veja quais frases e/ou ilustrações combinam com você. Esta pequena seleção é apenas uma prévia do que eu já coloquei no meu carrinho de compras.

Site da loja: Poeme-se
Cupom de 30% de desconto: EUAMOCONFRARIACULTURAL



Sinopse: O dia-a-dia no campo de concentração de Auschwitz. A disciplina cega da SS, os prisioneiros debilitados que aceitavam o colaboracionismo como único modo de escapar, os milhões que tiveram seu futuro negado pelo simples fato de serem judeus. Primo Levi reconstitui lembranças, memórias, faz história oral. E cada palavra, cada recordação, cada ponto de vista seu aqui relembrado objetiva esclarecer as novas gerações, demasiadamente afastadas do horror que foi a guerra.
Autor(a): Primo Levi |  Editora: Paz e Terra | Compre aqui: Americanas, Submarino, Saraiva

Holocausto, Nazismo, Hitler, etc, são temas que sempre rendem uma certa reflexão, seja pelo impacto que tais palavras proporcionam em nossa memória, quanto pelas dúvidas em relação ao ocorrido, afinal, eles poderiam ter se rebelado, ou fugido?

Nesta obra complexa, com uma narrativa não muito fluida, mas completamente envolvente, Levi permite ao leitor momentos de reflexão acerca da realidade da época, como os medos, as inseguranças e até mesmo os costumes adquiridos.

Outro grande questionamento, que eu pelo menos já fiz diversas vezes, gira em torno dos nazistas, por que eles matavam? Por que se sujeitavam a tantas ordens cruéis? Isso também é duramente exposto neste livro, já que através de relatos o autor consegue transmitir os sentimentos dos envolvidos, personagens reais de uma história real e cruel.

Talvez nem todas as suas perguntas sejam respondidas, mas possivelmente você se verá diante de questionamentos que sequer chegou a pensar e frequentemente encontrará descrições de falta de compaixão e empatia.

Este não é apenas mais um livro sobre a Segunda Guerra Mundial ou sobre o sofrimento dos judeus, mas sim aquele que com altas doses de frieza vai lhe mostrar o que realmente acontecia, o motivo pelo qual as pessoas aceitavam ou não brigavam por direitos.

Sim, esta não é uma leitura fácil, tão pouco repleta de fantasia. O leitor precisará estar aberto e pronto para uma leitura complexa, rica e forte.
 

Sinopse: Depois de revisitar a história de João e Maria, mostrando o conto original dos irmãos Grimm, o autor mais uma vez usa a escrita original dos autores para mostrar a verdadeira aventura de João e o Pé de Feijão. Juntem-se a este conto de fadas pra lá de diferente e acompanhem João e Jill pelas histórias dos Irmãos Grimm, de Hans Christian Andersen e de outras figurinhas do universo do faz de conta. E se preparem para descobrir paisagens incríveis, que podem ou não! ser assustadoras, sangrentas, aterrorizantes e cheias de surpresas.
Autor(a): Adam Gidwitz | Editora: Galera Junior | Compre aqui: Submarino, Cultura, Saraiva

Esqueça tudo o que você já ouviu sobre contos de fadas e fábulas, esteja aberto para uma nova visão, um pouco mais realista e menos doce das histórias mais contadas durante décadas.
Aqueles contos de fadas que você escuta infinitamente nem mesmo são os verdadeiros contos de fadas. Alguma vez seus professores disseram a vocês: 'Hoje, crianças, vamos ler uma história de Cinderela em que as meias-irmãs arrancaram os dedos do pé e os calcanhares com uma faca de açougueiro! Então pássaros furam seus olhos com bicadas! Prontos? Todo mundo está sentado de pernas cruzadas como índios?

Através de uma narrativa ágil e descomplicada, o autor conseguiu construir uma história interessante e por vezes cruel, mas me diga, qual realidade é totalmente linda e brilhante? Isso fica ainda mais claro nesta obra, que não perde a inocência, mas também não viaja exclusivamente pelo mundo perfeito da fantasia.

Com narrador em terceira pessoa, que por sinal me agradou bastante, a leitura se transforma em algo extremamente envolvente, pois consegue facilmente transmitir a sensação de que alguém está pessoalmente contando uma história, com adendos, explicações, opiniões próprias e uma perfeita descrição do ambiente.

O leitor é convidado a conhecer a história particular de cada personagem antes destes ingressarem na tão famosa aventura do "João e o pé de feijão". Desde o pequeno e frágil sapo que poderia ter virado príncipe, mas teve seu coração partido, até a filha de uma rainha fútil que foi humilhada por causa de seu vestido que era invisível para a maioria das pessoas, sem falar no ingênuo João.

Apesar de possuir uma atmosfera um pouco sombria, gostaria de dizer que este livro me divertiu. É claro que eu ainda não superei o sofrimento do sapo, que se tornou meu personagem preferido, mas é inegável a capacidade que o autor possui de envolver e instigar a imaginação. Mesmo não sendo um conto de fadas, ainda assim remete à sentimentos bons, afinal, nem tudo é tão terrível assim.

Com certeza indico este livro para todos, mas é preciso desprender-se dos contos lindos e açucarados disseminados durante várias gerações.

 





 
Sinopse: Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

Um filme tão gostoso de assistir, daquele estilo ideal para ser visto com a família, até mesmo os mais jovens podem ver juntinhos e se encantar pela fofura e determinação de Judy, uma coelha que sempre ouviu que não poderia seguir seus sonhos, que eles são impossíveis.


Aposto que você já conseguiu entender qual a moral desta história. A protagonista, mesmo sendo fofinha e pequenininha, ainda assim faz de tudo para se mostrar forte e digna de seguir sua carreira dos sonhos, mesmo que todos dissessem que isso não era trabalho para coelhinhas "delicadas".

Esta animação, mesmo com um enredo tranquilo, leve e divertido, carrega consigo uma mensagem muito importante a ser absorvida e até a criança da família irá compreender isto. 

Em meio a tantas palavras que não a incentivavam, aos cuidados exagerados dos pais, aos olhares tortos da sociedade, Judy não desiste, mesmo que em alguns momentos desanime, ela passa a integrar o corpo policial de Zootopia.

Imagine uma sociedade composta por predadores e presas onde todos vivem juntos, mas de repente os predadores passam a agir com violência e dificultam a convivência harmoniosa. Judy, a nova policial da cidade se vê em meio a um mistério sobre o que está acontecendo com os predadores. Esta busca pela verdade colocará a protagonista em diversas confusões, riscos e permitirá que ela reveja algumas opiniões próprias.


Amizade, coragem, confiança e esperança, são os focos principais deste filme. Impossível assisti-lo sem reconhecer ao menos um destes detalhes. 
 



Sinopse: Em seu aniversário de 43 anos, Fabrício Carpinejar ganhou de presente uma velha máquina de escrever Olivetti Lettera 82 verde-esmeralda. Desde esse dia, ele se dedica a escrever nela poemas de amor e a guardá-los como um inventário de seus sentimentos e emoções ao longo de sua carreira. Pela primeira vez, a Belas-Letras publica esses poemas exatamente como os originais foram enviados à editora, em maços de papel despachados pelos Correios, sem nenhum tipo de correção ortográfica, edição ou retoques, inclusive com as próprias anotações à mão feitas pelo próprio Carpinejar. Todos os textos de Amor à Moda Antiga (inclusive este) foram originalmente escritos em máquina de escrever. O resultado é um livro orgânico, singelo e apaixonadamente imperfeito, exatamente como o amor é.
Autor: Fabrício Carpinejar | Editora: Belas Letras | Compre aqui: Saraiva, Fnac, Cultura

Ah o Carpinejar, como falar deste autor que eu tanto admiro sem suspirar, ainda mais após ler seus lindos poemas repletos de sentimentos?

Através de poemas curtos e leves, o autor construiu uma obra encantadora, que mesmo com poucas palavras consegue prender o leitor, o envolvendo em uma atmosfera apaixonante.

quando alguém diz que 'te adora'
está pedindo para que fique junto
até começar a amar.
não tenho paciência
com a falta de intensidade.

Um livro pequeno, mas ao mesmo tempo enorme. O número de páginas e a quantidade de palavras podem até passar a imagem de que seja algo curto, mas não se deixe enganar pelas aparências, pois a essência deste livro irá fazer com que você recorde alguns momentos de sua vida, deixando marcas apesar de sua leveza.

É um pouco difícil resenhar um livro de poemas, já que cada página carrega um sentimento novo, uma nova história e uma nova memória, mas se eu, que nem sou tão apaixonada assim por poesia, não quero mais largar este livro, então acredite, vale muito a pena a leitura!

 






Sinopse: Como tantos casais, Michael e Jolene não resistiram às pressões do dia a dia e agora estão vendo seu relacionamento de doze anos desmoronar. Alheio à vida familiar, Michael está sempre mergulhado no trabalho, não dá atenção às duas filhas e não faz a mínima questão de apoiar a carreira militar da esposa.
Então Jolene é convocada para a guerra. Ela sabe que tem um dever a cumprir e, mesmo angustiada por se afastar de casa, deixa para o marido a missão de cuidar das meninas e segue para o Iraque. Essa experiência mudará para sempre a vida de toda a família, de uma forma que ninguém poderia prever. No front, Jolene depara com a dura realidade e precisa, mais do que nunca, recorrer à sua força e inteligência para se tornar uma heroína em meio ao caos. 
Autor(a): Kristin Hannah | Editora: Arqueiro | Compre aqui: Cultura, Submarino, Saraiva, Americanas

Nesta história, o leitor conhecerá uma protagonista forte, que passou por dificuldades durante a infância e adolescência, que precisou aprender a se cuidar sozinha, mas nem por isso se tornou uma mulher fria. Jolene é uma ótima piloto de helicóptero, uma esposa exemplar, uma melhor amiga presente e uma mãe amável.

Mas como nem tudo na vida são flores, essa mulher forte se vê em meio a um casamento fracassado, tendo que ouvir do próprio marido que este não a amava mais. Como sobreviver a mais uma dificuldade? Ah, mas espere aí, se você está achando que o grande problema de Jolene foi o fim do casamento, você está muito enganado.

Então imagine: Jolene cresceu sozinha, já que seus pais alcoólatras a ignoravam e morreram cedo; sua filha adolescente está na fase de sentir vergonha da mãe; o marido que ela tanto ama diz que pretende pedir o divórcio. E ELA É CONVOCADA PARA A GUERRA!

Não podendo recusar a convocação, Jolene e sua melhor amiga vão defender o país, deixando suas famílias para trás por pelo menos um ano, mas muita coisa pode acontecer neste tempo. E muita coisa acontece!

Michael, marido de Jolene, precisa diminuir o ritmo de trabalho para cuidar das crianças, fazendo algo que havia negligenciado nos últimos tempos. O cuidado dele com as duas filhas é por vezes engraçado, pois ele não tem a mínima noção das manias e costumes das meninas, muito menos sabe cuidar de uma casa. 

Fiquei contente ao ver a evolução de Michael, já que eu o considerava um encosto na vida da protagonista. Ele nunca estava por perto, comprava presentes caros para tentar suprir sua ausência e sequer foi capaz de demonstrar qualquer tipo de orgulho pela carreira militar sólida de sua esposa.

Porém quando tudo parecia que ia dar certo, quando ele começou a sentir falta de sua esposa, quando começou a ver a importância de estar presente, um acidente ocorre com o helicóptero pilotado por Jolene e tudo volta a ficar difícil para a família.

Este é um daqueles livros que faz o leitor passar por um incrível turbilhão de emoções. Me sentia feliz com os momentos meigos da doce Lulu, a filha menor do casal, quis dar uns tapas na filha adolescente, pensei em abraçar Jolene e dizer que ela poderia ser frágil e que isso não é um defeito, quis ter uma conversa séria com Michael e torci muito para que no final tudo ficasse bem.
Nós somos o que fazemos e dizemos, não o que desejamos fazer.

Prepare-se para uma história emocionante, escrita através de uma narrativa fluida e envolvente. 

 






Sinopse: Em 2011, Adolf Hitler acorda num terreno baldio em Berlim, sem saber o que aconteceu após o ano de 1945. Desabrigado e desamparado, Hitler interpreta tudo que vê em 2011 a partir de uma perspectiva Nazi e, apesar de todo mundo reconhecê-lo, ninguém acredita que ele é o próprio Hitler, e sim um comediante, ou um ator. Como resultado, os seus vídeos violentos e furiosos tornam-se um enorme sucesso no YouTube, e Hitler alcança o estatuto de celebridade moderna como um artista, onde tira proveito da situação e usa sua popularidade para voltar ao poder.
Eis um filme que me fez rir ao mesmo tempo em que me assustou. Sim, Ele está de volta traz um lado cômico para a história, mas ao mesmo tempo com um de realidade muito forte. 


O filme, baseado em um livro homônimo, traz como proposta o retorno de Hitler, não sendo construído aos poucos, mas literalmente surgindo do nada. O protagonista desta história se vê inserido na nossa sociedade e acaba sendo pego de surpresa por tantas mudanças.

Podemos dizer que o Hitler é o mesmo da Segunda Guerra e a sociedade também. Apesar da evolução da população, o preconceito ainda se encontra enraizado em suas estruturas e a presença de um homem que dá voz às estas discriminações abre espaço para que outros se sintam a vontade para se manifestar.

A inserção de Hitler na sociedade se dá de forma engraçada, já que ele precisa conhecer a tecnologia, se acostumar com algumas mudanças na forma de comunicação e até mesmo o antigo "Heil Hitler" não existe mais, mas ele não se adapta aos novos costumes, já que os 'novos' cidadãos se adaptaram a ele.

Este é um filme que eu gostaria que todos assistissem e que reconhecessem a essência por trás de alguns momentos engraçados. É sim uma história que proporciona diversos momentos de diversão, mas também proporciona uma reflexão muito boa de quem somos e de onde vivemos.

Será mesmo que hoje, depois de tantos anos, se uma espécie de Hitler surgisse algumas pessoas não o seguiriam?




Sinopse: Wall Street afundou a economia global em uma das maiores recessões econômicas das últimas décadas. A crise mundial de 2008 teve início nas hipotecas subprime um sistema de dívidas lastreadas praticado pelas principais instituições do mercado. É por dentro da maior bolsa de valores do mundo que o autor Michael Lewis conta em A jogada do século como operadores irresponsáveis deram início à grande crise. Elogiado pela crítica especializada, este aguardado título chega às livrarias para explicar como se deu a quebra do outrora poderoso mercado imobiliário norte-americano.
Autor: Michael Lewis | Editora: Best Business 

Você gosta de economia, investimentos, sistemas de empréstimos, etc? Então se agarre neste livro, pois com certeza você vai entender muito melhor a história do que eu. risos

Sim, eu sofri para ler este livro. Ele é ruim? Na verdade não, mas foi uma leitura cansativa demais para o meu gosto. Eu imaginava algo mais simples e com mais movimentos, mas acabei me deparando uma narrativa mais focada em um assunto que eu não domino, mais parada e realista do que eu estava disposta a acompanhar.

A história é repleta de informações interessantes, personagens complexos e com descrições bastante realistas, afinal, se trata de uma narrativa sobre a crise de 2008. 

Ou seja, eu não consegui me apaixonar pela leitura, pois acabei não sendo seu público alvo, mas não posso deixar que isso desvalorize a obra, muito pelo contrário, o autor construiu uma obra rica de detalhes importantes que com certeza irá encantar milhares de pessoas, prova disso foi sua adaptação para o cinema.

Obviamente não indico A jogada do século para aquele leitor que busca uma distração, ou viajar para um mundo distante. Para ler este livro é preciso ter o pé no chão e foco, isso mesmo, foco meu amigo, algo que normalmente eu não tenho.




Sinopse: O inimigo são os Outros. O inimigo somos nós mesmos. Eles vieram até nós porque querem a Terra. Vieram para acabar conosco. Vieram para nos salvar. Eles não inventaram a morte, mas a aperfeiçoaram. Deram um rosto a ela, porque sabiam que era a única maneira de nos exterminar. Por quê? Quem são eles realmente? O que querem de verdade?
Atrás de tantas perguntas e enigmas, há uma verdade: Cassie foi traída. Zumbi, Especialista, Nugget também. E todos os 7,5 bilhões de habitantes da Terra. Traídos pelos Outros, traídos por si mesmos. E tudo terminará onde começou – no campo de batalha que é o coração humano. Nos últimos dias da Terra, os sobreviventes precisarão decidir o que é mais importante: salvar a si mesmos... ou salvar o que nos torna humanos.
Autor: Rick Yancey | Editora: Fundamento | Compre aqui: Fundamento, Saraiva

Quando li o primeiro livro da trilogia, A 5º onda, já me declarei fã da obra escrita por Rick Yancey e de seus personagens tão bem construídos. Agora me deparo com o final desta história, em meio a tantas expectativas e medos.

Em "A última estrela" o leitor encontrará uma trama intensa e de tirar o fôlego, afinal, o que mais esperar da conclusão de uma narrativa sobre invasão alienígena? Muitos momentos de ação envolvem as páginas, mas também dão espaço à sentimentos de perda, obrigando o leitor a se despedir, mesmo que de forma forçada, de alguns seres importantes para o desenvolvimento desta história.

Me apeguei ao pequeno Nugget, que se tornou facilmente meu personagem preferido, sendo obrigado a passar por uma transição difícil e que exigia uma força que ultrapassava qualquer condição física. Para uma criança tão pequena, meu favorito se mostrou muito maduro, conseguindo equilibrar seus sentimentos e sabendo tecer prioridades, afinal, de que adianta lembrar o "ABC" se na verdade o que lhe manterá vivo será o fato de saber construir uma bomba?

O autor me proporcionou uma montanha russa de emoções, variando entre orgulho, decepção, empolgação, medo, reencontros e despedidas. Não posso dizer que encerrei a leitura com um sorriso no rosto, impossível reagir desta forma diante de um final tão impactante, envolvente e repleto de perdas.

Nunca se esqueça, Sams. O amor é para sempre. Se não fosse, não seria amor. O mundo é maravilhoso. Se não fosse, não seria o mundo.

Apesar de ter sofrido nas últimas páginas, acredito que foi uma boa conclusão, talvez eu até pensasse em finais alternativos, mas isso não tira o valor da escolha do autor.
 


Confira as resenhas dos livros anteriores desta trilogia: 
 A 5º onda
 O mar infinito


Sinopse: Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada. Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse. Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal. Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou...
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?
Autor(a): Dani Atkins | Editora: Arqueiro | Compre aqui: Submarino, Americanas, Saraiva

Sabe quando você está empolgado e ansioso por algo? Estes eram os sentimentos que me rodeavam enquanto eu aguardava a chegada deste livro. Sim, as expectativas estavam nas alturas.

Nesta obra o leitor encontrará muito mais do que um triângulo amoroso, muito mais do que apenas um clichê dentre tantos outros. Então esteja aberto para se entregar a esta leitura. 

Emma estava prestes a se casar, porém ela e suas amigas sofreram um acidente de trânsito após sua despedida de solteira. Imagine a situação, a protagonista estava feliz e empolgada com o casamento, suas melhores amigas estavam a apoiando neste momento tão feliz, então tudo vira de cabeça para baixo quando estas três super amigas são surpreendidas por algo que mudaria a vida de todos.

O que esperar de uma personagem que viu uma de suas melhores amigas morrer? O que esperar de uma futura noiva radiante que agora se encontra em meio a destroços de um carro? Se isso já não fosse o bastante, Emma ainda precisará lidar com um segredo que irá abalar sua confiança nas pessoas.

Mas no meio de tanta desgraça, tem um raio de sol, Jack, o salvador. Jack prestou socorro às meninas no acidente. Se não fosse por ele, provavelmente Emma teria morrido. Eu torci pelos dois, realmente queria que ela deixasse o noivo e ficasse com o querido Jack, aquele cara que nunca a tinha visto antes, mas que não a deixou sozinha a partir do primeiro momento em que a viu.


Eu me sinto ligado a você de uma forma que é totalmente desconcertante e bastante ilógica. É quase como se o que começou na noite do acidente ainda não tivesse chegado ao fim.

Pronto, o triângulo amoroso está formado. Não de uma forma boba, exagerada ou extremamente doce, mas sim com um toque de simplicidade e de realidade. Emma, Jack e Richard, três pessoas envolvidas em situações complicadas, mas que precisarão aprender a superar seus medos e inseguranças.

Antes que eu comece a contar alguns spoilers, pois estou bastante empolgada ainda com a leitura, gostaria de dizer que se você gosta de uma história que lhe faça suspirar e que tenha um final emocionante, com certeza irá adorar a leitura desta obra. Eu, que tenho um coração de pedra, estou apaixonada e surpreendida com o que acabei de ler. E o final, aaaah o final...